O médico Arnie Klien, amigo e dermatologista de Jackson, admitiu ter administrado Demerol ao músico, um dos analgésicos que Michael tomava.
No entanto, Klein sublinhou que “foi apenas uma vez” e quando questionado pelo TMZ - site que tem dado em primeira mão as notícias do cantor – sobre outra droga, o Diprivan - um derivado do Propofol - que foi encontrado em casa de Jackson depois da sua morte, Klein disse que tinha avisado Michael sobre os perigos de tais drogas.
Notícias anteriores publicadas no TMZ deram conta que Michael Jackson tinha por hábito tomar injecções de Demerol e até lhes atribuía um nome especifico.
Segundo o TMZ, Jackson designava tal droga como “um tónico para a saúde”. Para lhe aplicar as injecções contratou um médico já que o próprio era incapaz de se injectar por “não gostar de agulhas”.
Fontes do TMZ revelaram, dois dias depois da sua morte, que Michael foi injectado com Demerol, às 11:30 no dia que morreu. Pouco tempo depois Jackson entrou em paragem cardíaca.
De acordo com especialistas perigosas reacções podem ocorrer se o Demerol for administrado a um paciente que tome outro medicamento sedativo, tranquilizante, relaxante muscular ou ainda qualquer outro medicamento que seja sonífero ou capaz de abrandar o funcionamento respiratório.