
A Portugal Telecom (PT) foi a única empresa da esfera pública com relações ao caso Face Oculta que não foi objecto de auditoria por parte da Inspecção-Geral das Finanças (IGF). O governo anunciou uma auditoria extraordinária a todas as empresas com capitais públicos, mesmo aquelas com participação pública minoritária, que estavam envolvidas em negócios sob a investigação Face Oculta. Esta acção abrangeu a REN, e a EDP e a Galp, duas empresas em que o Estado tem uma participação inferior a 50%, mas onde dois funcionários estavam sob suspeita de terem favorecido o grupo de Manuel Godinho em negócios das empresas onde trabalhavam. Estes quadros foram constituídos arguidos e suspensos das respectivas funções. O governo não vê agora razão para a abertura de uma auditoria da IGF à operadora.
Nota de bloguista: Porque será que ninguém foi lá??