O caso Freeport tem um novo arguido no processo. Segundo avança a SIC, trata-se de José Manuel Marques, director da Reserva Natural do Estuário do Tejo, organismo do Ministério do Ambiente, que era na altura da aprovação do Freeport vice-presidente do Instituto da Conservação da Natureza.
O actual suspeito do processo já admitiu ter trabalhado a título privado para a empresa inglesa.
No vídeo, já anteriormente exibido pela TVI, Charles Smith explica que era conveniente pagar-lhe, mesmo que não fizesse trabalho nenhum.
Enquanto quinto arguido no processo Freeport, José Manuel Marques é referido como suspeito de actos de corrupção na célebre carta rogatória da polícia inglesa, assim como o primeiro-ministro.
Também Rui Gonçalves, ex-secretário de estado de José Sócrates, foi interrogado pelos investigadores do processo Freeport, mas ao contrário de José Manuel Marques, não saiu como arguido.