Três antigos responsáveis do BPP estão a ser investigados por suspeita de fraude fiscal qualificada, branqueamento de capitais, falsificação de contabilidade e abuso de confiança, avança a edição electrónica do jornal Público.
É neste quadro de suspeita que o Ministério Público fez buscas, esta sexta-feira, na sociedade de advocacia PLMJ, de que José Miguel Júdice é sócio, e na sede do Banco Privado Português em Lisboa.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) veio entretanto confirmar oficialmente terem sido realizadas diligências de buscas no âmbito dos inquéritos criminais relativos à anterior gestão do BPP.
Em comunicado, a PGR assegura ainda que foram tomadas medidas de urgência para garantir que não desaparece património dos presumíveis autores dos ilícitos criminais em investigação.