Michael Jackson foi vítima de uma dose fatal de Propofol, um medicamento utilizado em anestesias gerais e que o cantor tomava para tratar insónias. As justiça norte-americana classifica como «homicídio» a morte do artista.
Segundo o documento agora revelado, Murray disse às autoridades que administrava Propofol ao cantor como tratamento contra as insónias nas seis semanas que antecederam o falecimento, sem assinar qualquer receita ou autorização de compra do fármaco.
Durante os interrogatórios, o médico disse que Jackson estaria «viciado» na substância, e que Murray tentava reduzir gradualmente a dose, inicialmente de 50 miligramas.
Dia 23 de Junho, Murray injectou-lhe uma dose menor de Propofol, de 25 miligramas, e de outros dois sedativos (Lorazepam e Midazolam).
Até às 10h40, já de dia, Conrad Murray administrou várias substâncias para o cantor dormir. Jackson terá então pedido o Propofol.
O médico administrou a substância e deixou o paciente sozinho para realizar algumas chamadas telefónicas duraram 47 minutos , acto apontado como «negligente» pelas autoridades. Quando voltou ao quarto, a estrela pop estava morta.
Conrad Murray declarou às autoridades que não terá sido o primeiro médico a administrar Propofol a Michael Jackson. Os médicos Arnold Klein, Allan Metzger e David Adams também estão a ser investigados pela polícia de Los Angeles.
