A carta rogatória enviada a Inglaterra pela Procuradoria-Geral da República em 2005 esteve engavetada até 2008 sem que ninguém 'formal ou informalmente' accionasse os meios para acelerar o seu cumprimento, soube o DN junto de fonte policial. A carta ficou três anos esquecida. O Ministério Público deliberou que José Sócrates não será constituído arguido no caso Freeport a menos que surjam novos elementos que impliquem o primeiro-ministro de Portugal.
José Sócrates chegou bastante cedo à RTP, onde afirmou que a “verdade virá sempre ao de cima” no caso Freeport 02 Setembro 2009 - 00h30
Nota de bloguista: Ora como é preciso novos elementos havendo estes daqui.