sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Oliveira Costa acusado de 7 crimes graves


Oliveira Costa será amanhã notificado da acusação deduzida contra ele e que envolve 7 crimes graves: falsificação de documentos, aquisição ilícita de acções, infidelidade,
branqueamento de capitais, abuso de confiança agravado, burla qualificada e fraude fiscal, avança a edição do SOL desta sexta-feira

O Ministério Público (MP) terminou a acusação contra o ex-presidente do BPN, Oliveira Costa. Em causa estão os mesmos crimes que o levaram à prisão: burla qualificada, abuso de confiança agravado, fraude fiscal, infidelidade, aquisição ilícita de acções, falsificação e branqueamento de capitais.

A acusação – deduzida pelo magistrado Rosário Teixeira, do DCIAP (Departamento Central de Investigação e Acção Penal) – abrange mais cerca de 20 arguidos, suspeitos de cumplicidade com Oliveira Costa em factos como a aquisição ilícita de acções, fraude fiscal e falsificação.

O ex-presidente do BPN arrisca uma pena de prisão de 12 anos. A acusação, elaborada pelo magistrado do DCIAP Rosário Teixeira, divide-se em três partes: o início do BPN e do Banco Insular, a compra de acções para controlar a SLN e os negócios ruinosos. Além de Oliveira Costa, há cerca de 20 acusados neste processo. Dias Loureiro e Arlindo Carvalho constam de outros processos, cuja investigação prossegue.

Oliveira Costa, arguido no caso BPN e que se encontra em prisão preventiva, vai passar a ficar com "obrigação de permanência na residência", vulgo prisão domiciliária, por decisão do juiz Carlos Alexandre.