quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Amigo de homicida mente à PJ


O MP vai instaurar um processo à testemunha por falsas
declarações, por considerar que o amigo do homicida apresentou contradições entre o depoimento prestado ontem e o que fizera na PJ, logo após o crime.
O procurador apontou várias incongruências, como o facto de aquele ter dito que após levar seis tiros, a vítima, Cláudio Mendes, continuou a caminhar normalmente e que chegou a virar-se de frente para o engenheiro.


Sublinhe-se que o caso remonta a 5 fevereiro de 2011,data em que o advogado tinha ido encontrar-se com a filha, de três anos, conforme determinado no processo de regulação do poder paternal, no parque da Mamarrosa, em Oliveira do Bairro. Foi aí, na sequência de uma discussão com a família da ex-mulher, que o advogado acabou baleado pelo sogro, que, conforme se vê nas imagens que os leitores do Crime digo eu têm acesso, não mostrou qualquer tipo de arrependimento pelo acto.

Nota de bloguista: As imagens são bem elucidativas da cilada preparada para o fuzilamento a sangue frio de Cláudio Rio Mendes pois isto a meu ver não passou de uma peça encenada num bom palco para se verem livres  deste pai afável, carinhoso e amoroso para com a sua filha. Não adianta inventar o que quer que seja pois já não há mentiras que possam valer  após estas imagens reais e verdadeiras para se pensar o contrário e um bem haja para  quem as conseguiu pois elas valem muito para o apuramento da verdade, porque não há outras, estas são exclusivas.