quarta-feira, 24 de outubro de 2012

JUÍZA VAI AJUDAR A PREPARAR DEFESA DO PAI ACUSADO DE HOMICÍDIO QUALIFICADO


A juíza Ana Joaquina Carriço, que trabalha no Tribunal de Ílhavo, pediu uma licença sem vencimento para poder ajudar os advogados a prepararem a abertura da instrução do caso do pai, o engenheiro que há três meses matou o ex-genro a tiro Cláudio Rio Mendes, no parque da Mamarrosa, em Oliveira do Bairro.


O objectivo de Ana Joaquina é preparar a defesa do pai em tribunal ao pormenor e fazer os possíveis para que o juiz de instrução criminal desqualifique o crime para homicídio simples, ao contrário do Ministério Público que entendeu que aquele era qualificado.

A juíza não deu indicações ao tribunal sobre a data em que irá regressar. A magistrada pode mesmo entender prolongar a licença e ficar exclusivamente a ajudar o pai até ao julgamento. Já a família do advogado Cláudio Rio Mendes continua sem conseguir ver a neta aquela, que estava ao colo do avô no momento do crime. Na passada segunda-feira, a menina completou quatro anos e os avós paternos e os tios tentaram a todo o custo estar com a criança, mas acabaram por ser impedidos.
A família do advogado Cláudio Mendes,  foi "surpreendida" por um requerimento interposto pela  filha-juíza do homicida que pode atrasar o processo de regulação das responsabilidades parentais – no qual se visa definir as visitas dos avós paternos à neta.
"Tentámos, por telefone, dar os parabéns à Adriana Inês. Foi-nos impedido o acesso a ela, mesmo ao telefone. E assim se passará mais um dia, em que uma avó ou avô não tem acesso à sua querida neta", escreveu Modesto Mendes, irmão de Cláudio, no Facebook.

Recorde-se que, na acusação do MP, Ferreira da Silva está acusado de ter premeditado a morte do ex-genro uma semana antes.

Nota de bloguista: Pois aqui vamos ver começar as influências e as amizades que esta juíza tem nas altas esferas do poder judicial, podemos observar que já está a começar a ter alguns efeitos, começando por impedir o acesso por parte dos pais de Cláudio Rio Mendes ao convívio com a sua neta, como é possível esta justiça funcionar assim, tal é a obsessão doentia desta juíza de querer a sua filha só para si, já não chegou ter criado algumas influências, com a participação de alguns intervenientes no assassinato de Cláudio Rio Mendes seu ex-marido, com a participação do assassino, seu pai Ferreira da Silva, e, não ficando satisfeita com tudo o que conseguiu, quer ainda que os juízes desclassifiquem este crime imundo para um mero homicídio simples.