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quarta-feira, 17 de junho de 2009

A Policia Judiciária realizou buscas na empresa JP Sá Couto e solicitou dados contabilísticos referentes a 2001, 2002 e 2003. A PJ passou, esta manhã

A Policia Judiciária realizou buscas na empresa JP Sá Couto e solicitou dados contabilísticos referentes a 2001, 2002 e 2003.

A PJ passou, esta manhã, a pente fino a contabilidade da empresa que fabrica o computador Magalhães, distribuído pelo Governo nas escolas portuguesas.

Em comunicado de imprensa, a JP Sá Couto confirmou que recebeu a visita de elementos da Polícia Judiciária e da DGCI (Direcção-Geral dos Impostos) nas suas instalações, em Perafita.

Foram solicitados dados contabilísticos referentes a 2001, 2002 e 2003. Esta visita foi curta e todos os documentos solicitados foram disponibilizados.

Durante todo o processo, a empresa manteve o normal funcionamento.

Em causa estarão suspeitas de fuga ao fisco, avançou a SIC Notícias.

A RTP avançou ainda que os documentos apreendidos relativos aos anos 2001 e 2002, envolvem outras empresas da área informática.

Autoridades recolheram dados contabilísticos de 2001 a 2003

A JP Sá Couto garantiu hoje ter disponibilizado todos os dados contabilísticos entre 2001 e 2003 solicitados pelos agentes da Política Judiciária e da Direcção Geral de Contribuições e Impostos que estiveram nas instalações da empresa.

Em comunicado, a fabricante do computador Magalhães adiantou que, na "curta visita", foram solicitados "dados contabilísticos referentes a 2001, 2002 e 2003".

"Esta visita foi curta e todos os documentos solicitados foram prontamente disponibilizados", refere o comunicado da empresa, com sede em Perafita.

Durante todo o processo, a JP Sá Couto manteve o normal funcionamento, acrescenta o comunicado.

A empresa JP Sá Couto foi no primeiro trimestre do ano a maior empresa de computadores no mercado português, com as vendas a crescer 1.308,5 por cento impulsionadas pelo portátil Magalhães, segundo um estudo da empresa de análise IDC.

Segundo a IDC, a JP Sá Couto registou uma taxa de crescimento de 1.308,5 por cento nos primeiros três meses do ano face ao mesmo período de 2008, "dinamizada essencialmente pela adesão ao portátil Magalhães".