quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Pela libertação dos presos políticos em Angola




Ao longo dos últimos três meses, o governo angolano intensificou uma política repressiva para com todos os angolanos suspeitos de dissidência política, em violação dos princípios de respeito pelos direitos humanos reconhecidos pela Constituição da República de Angola.

No dia 20 de Junho, a polícia prendeu 13 activistas apanhados em “flagrante delito” de leitura de obras sobre o activismo político não-violento. Mais dois activistas foram presos no dia 22 de Junho. Desde então, estes 15 activistas continuam na prisão e a maioria não teve acesso a advogado. Todos estão presos sem mandado de captura. Governantes angolanos fizeram alegações sem qualquer fundamento e acusam os activistas de planear um golpe de estado. Entretanto, o activista Marcos Mavungo está detido em Cabinda desde Março, igualmente sem mandado, e tem necessidade urgente de cuidados médicos.

Nota de bloguista: Vejam só como Portugal deixa morrer os seus Luso descendentes abandonados em cadeias Angolanas, por lutarem por uma liberdade de expressão e por direitos iguais num país que não é de todos, mas sim só de alguns que fazem parte de uma elite governamental de Angola, inclusivamente existem alguns portugueses que daqui também se vão governando, vendendo como uma manta de retalhos Portugal aos seus descendentes de governantes de Angola, lapidando todos os recursos de um povo que já nada tem. Por isto se vê que não há interesse em Portugal se manifestar em relação à libertação destes presos políticos, inclusivamente do seu Luso descendente, porque são menos alguns retalhos que não se vendem a Angola.

Veja aqui que para que uns tenham tudo (mais de mil milhões de dólares), outros não têm nada.