segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Cidadãos de sete países estão proibidos de entrar nos Estados Unidos



A ordem do presidente americano Donald Trump, de barrar a entrada de cidadãos de sete países de maioria muçulmana, já foi colocada em prática.

Ao chegarem no aeroporto de Nova York, na última sexta-feira (27), dois iraquianos foram barrados. Os dois tinham visto para entrar no país. Um dos iraquianos foi liberado 19 horas depois – o homem trabalhou com  intérprete para soldados americanos no Iraque.

Outras sete pessoas nem puderam embarcar – seis iraquianos e um iemenita iriam do Egipto para os Estados Unidos. Estes não sabiam da proibição.

Os países proibidos de entrar nos Estados Unidos: Iraque, Iémen, Irão, Líbia, Síria, Somália e Sudão. Trump também suspendeu o recebimento de refugiados, por um período de 120 dias – refugiados sírios estão banidos por tempo indeterminado. Por conta disso, uma família de refugiados que viajaria nesta sábado para Atlanta, foi enviada para o Líbano.

Para justificar a atitude, o presidente americano diz que é preciso “ter a certeza de que não estamos a deixar entrar a mesma ameaça que os nossos soldados enfrentam lá fora”.

As reações, não são boas. No aeroporto JFK, em Nova York, há protestos. O Irão devolveu a gentileza e decidiu barrar americanos também. O diretor do Conselho de Relações Americano-Islâmicas declarou que com esta atitude, Trump está a fomentar o ódio e a plantar “a sementes da divisão” baseados na intolerância religiosa. Hassan Rouhani, presidente do Irão, disse que não é hora de levantar muros, mas de promover a reconciliação.

Nota de bloguista: Para o Sr. Presidente Trump eu deixo aqui um ensinamento da religião cristã. Espero que ele o incorpore nas suas políticas:
"Mas a sabedoria que vem do alto é antes de tudo pura; depois, pacífica, amável, compreensiva, cheia de misericórdia e de bons frutos, imparcial e sincera. " - Tiago 3:17